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Razões pelas quais gosto de fotografia documental

quarta-feira, agosto 29, 2018

Lembro-me de quando era criança ver a minha mãe registar com frequência não só os momentos mais especiais, mas também aqueles que sucediam espontaneamente. São hoje memórias que nos transportam para um lugar no tempo.
Sempre fui muito observadora e muitas vezes pensava que um determinado momento daria uma foto espetacular. Raramente me sentia atraída pela típica fotografia de turista em que todos se alinham e fazem o seu melhor sorriso para a máquina (mas também tenho algumas dessas! Não me julguem...).

No rio • Down at the river (storytelling)

quarta-feira, agosto 15, 2018
"Vamos até ao rio!".  O dia estava quente e a miragem de água fria corrente estaria em breve a tornar-se realidade. É sempre divertido fotografar crianças. Há um grau (elevado) de improviso e de pouca coisa sair como a minha mente planeia. A maior parte das vezes dou por mim a seguir os seus passos e ignorar o resto. E vale sempre a pena.

"Let's go down to the river!". It was a hot day and the mirage of cold, running water was about to become a reality.  It's always fun to photograph kids. Things usually don't come out as I pictured them and most of the times I say to myself "just look at this and ignore the rest". It's always worth it.


Sevilha (Storytelling 4/12)

sexta-feira, agosto 12, 2016
O pátio das Casas de el Arenal, espaço central da casa sevilhana do século XVIII. Duas laranjeiras fazem sombra a uma mesa e duas cadeiras, lugar ideal para descansar depois da viagem e antes de partir à descoberta da cidade. Vimos só os dois, sem crianças, porque às vezes faz falta. Sevilha, capital da Andaluzia, tem muito para nos mostrar.

Jabel Shams (Storytelling 3/12)

quinta-feira, maio 12, 2016
Demoramos 3 horas a lá chegar. Outras 3 para regressar. Ficámos 1 noite. Valeu a pena cada segundo...

Cenouras assadas com pesto • Roasted carrots with pesto

quinta-feira, abril 14, 2016
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Hoje colhemos o que aqui há uns tempos semeamos. Ideia nascida de uma tarde sem planos, duas crianças ansiosas por experimentar coisas novas e um pai que (quase) sempre acha que as sugestões deles são geniais. De repente semear vegetais tornou-se num projecto com direito a planeamento e tudo. Enquanto elaboram eu viajo no tempo e passeio pela horta da minha avó, rectângulos perfeitamente desenhados que guardam um arco íris vibrante: tomates, feijão verde, alface, cenouras... cheira a verde e a terra molhada. Também gostei da ideia afinal.

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