Sevilha (Storytelling 4/12)

sexta-feira, agosto 12, 2016
O pátio das Casas de el Arenal, espaço central da casa sevilhana do século XVIII. Duas laranjeiras fazem sombra a uma mesa e duas cadeiras, lugar ideal para descansar depois da viagem e antes de partir à descoberta da cidade. Vimos só os dois, sem crianças, porque às vezes faz falta. Sevilha, capital da Andaluzia, tem muito para nos mostrar.
Um passeio pelas ruas não nos deixa esquecer que esta já foi uma cidade Moura. Vamos indo, apesar do calor, sem ninguém que nos diga que tem sede ou está cansado ou precisa de ir à casa de banho já! Seguimos alguns conselhos de quem já percorreu esta cidade e depressa encontramos refúgio numa das muitas tabernas. Na maior parte delas, a comida é autêntica. As pessoas também. Comemos, numa delas, o melhor salmorejo de sempre (e eu nem sequer morro de amores por este prato).
Sentamos de mãos dadas num banco dos jardins do Real Alcazar,  e à nossa frente estão artistas com as suas telas e pincéis e batas brancas. Pintam as árvores que nos fazem sombra. Sabe bem a brisa e não termos horas marcadas, nem roteiro, nem "lugares a não perder". Vamos com o ritmo da cidade e a certeza de que o que importa é quem está ao nosso lado a segurar a nossa mão. Hoje aqui, amanhã de volta ao turbilhão de abraços e risos e birras.







2 comentários:

  1. Ainda não tinha tido oportunidade de vir até aqui dizer que este post está lindo e bateu cá uma saudade da cidade do meu coração! Espero ter ajudado, um beijo

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